quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Comporta - Água a temperaturas de Algarve e areais dourados a perder de vista...

 


Situado no extremo sul da Península de Troia, o enorme areal da Praia da Comporta, é muito procurado pelos veraneantes pela facilidade de acessos, aliado a um amplo espaço de estacionamento.

Estando nos limites da Reserva Natural do Estuário do Sado, esta praia é um espaço natural preservado, onde se conserva a vegetação dunar original, rodeada por pinhal.

O mar com alguma ondulação, tem boas condições para a prática de kitesurf, realizando-se aqui algumas competições.

 


 

 



Temperatura média da agua no verão (ºC)
: 17-19 ºC
Bandeira Azul

Segurança ou Vigilância

Aluguer de toldos/chapéus de Sol

Duches

Parque de estacionamento

Bar

Restaurante 

 

 

Fotos: todos os direitos reservados a: https://cincodecadavez.blogs.sapo.pt

Sabe porque o Galo de Barcelos é um símbolo de Portugal?

 


A construção da imagem turística do país, cuja identidade era marcada pela sabedoria, honestidade e simplicidade, passou, forçosamente, pelas figurinhas de barro que eram, e continuam a ser, a expressão artística mais forte da região do Minho. Estas passam a ser uma presença constante na política cultural e folclórica do Estado Novo.

 


 


Neste sentido, imperdoável seria, de entre as várias figuras representativas do figurado de Barcelos, não falar do lendário Galo. Lendário porque, ao que a história indica, este ícone advém da interessante lenda popular que transporta Barcelos à época medieval, e que conta a epopeia de um peregrino a caminho de Santiago de Compostela, que foi salvo miraculosamente da forca, graças a Santiago, quando o cantar de um galo se fez ouvir de forma surpreendente. História de fácil entendimento popular e do qual emanou um símbolo de fácil interpretação.

 

 

Assim, no lento processo de ascensão turística do país, a olaria de Barcelos e a imagem do Galo, que já havia alcançado o respeito e o favoritismo de muitos anónimos e de notáveis artistas naquela região, fez, pela primeira vez, uma espécie de estreia internacional, em Genebra, na Exposição de Arte Popular Portuguesa, no ano 1935. Um ano mais tarde, esta exposição repete-se, em Lisboa, com um extraordinário sucesso.

 

 


 

 

 

Mosteiro de Alcobaça: o último lar de Pedro e Inês

 


Numa região com vários monumentos classificados pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, o Mosteiro de Alcobaça tem um lugar de destaque, não só pela sua história de quase 900 anos, mas também por ser um exemplo notável da arquitetura de Cister, possuindo a maior igreja em estilo Gótico Primitivo construída em Portugal durante a Idade Média.



Património da Humanidade

A classificação da UNESCO foi atribuída em 1989, reconhecendo assim a importância deste monumento, cuja história está intimamente relacionada com a História de Portugal e com o seu primeiro rei, D. Afonso Henriques. 8 de abril de 1153 é a data da fundação da Abadia de Santa Maria de Alcobaça e da sua Carta de Couto.

Esta doação de terras à Ordem de Cister constituiu um agradecimento do monarca pela ajuda na conquista de Santarém aos mouros. Durante este período, a conquista de territórios a sul e o respetivo povoamento eram determinantes para a consolidação de Portugal enquanto país.

 


 

A construção do templo foi iniciada em 1178, tendo como inspiração a abadia de Claraval (em França), sede da Ordem de Cister. O Mosteiro de Alcobaça foi assim construído num estilo a que se chamou Gótico Primitivo, que tem o seu expoente máximo na Catedral de Notre Dame, em Paris.
Um dos aspetos mais impressionantes deste monumento é a nave central; simples e pouco ornamentada, é bem demonstrativa do despojamento da época medieval.

 


No entanto, falar no Mosteiro de Alcobaça é falar também da maior história de amor da História de Portugal. A paixão trágica de D. Pedro e D. Inês de Castro está imortalizada naquele local. Os túmulos dos dois amantes recordam, desde o século XIV, que o amor pode ser eterno. Foram colocados frente a frente, para que os dois apaixonados se reencontrem no Dia da Ressurreição.

 


Da época medieval são igualmente algumas dependências que permitem imaginar como seria o quotidiano dos monges que o habitaram: o refeitório, o dormitório, a Sala do Capítulo e o Claustro de D. Dinis. Do século XVI é o Claustro do Cardeal, que constitui uma homenagem ao Infante D. Henrique.

Posteriores, e seguindo por isso a complexa estética barroca, há espaços igualmente interessantes, como a Sacristia Nova, a Capela Relicário, assim chamada por possuir 89 esculturas-relicário, e a Capela do Desterro, com um interior revestido a azulejos, com episódios bíblico, como a Fuga e o Regresso do Egipto e passos da vida de Jesus.

 


 


No exterior, aprecie vale em redor do Mosteiro, próximo da Serra dos Candeeiros, uma região fértil, propícia ao cultivo da fruta e do vinho, tradição que ainda hoje se mantém.

Descanse os olhos nesta paisagem e sinta-se parte desta história tão nossa!

 


 


Contactos

Morada:
Praça 25 de Abril,
2460-018 Alcobaça

Telefone:
+351 262 505 120

Fax:
+351 262 505 130

E-mail:
geral@malcobaca.dgpc.pt
Website:

http://www.mosteiroalcobaca.gov.pt

 

Fotos todos os direitos reservados a: https://www.aportugueseaffair.com

Praia da Arrifana - Aljezur

 



Localizada na pequena povoação piscatória da Arrifana, esta praia insere-se numa zona de elevada importância ecológica e rara beleza natural, desenvolvendo-se num areal com mais de meio quilómetro de extensão. Protegida por altas arribas xistosas, forma uma espécie de pequena baía, sendo por isso a praia menos batida pelo vento e pela forte rebentação das ondas. 



No topo sul desta praia marca presença uma negra e enorme rocha vertical no mar, a fazer lembrar uma estátua gigantesca, aqui denominada de “Pedra da Agulha”, que se tornou um ícone da costa sudoeste. Nas arribas que envolvem a praia, encontram-se habitats prioritários, como formações de Cistus palhinhae em charneca marítima, espécie de flora com estatuto de ameaça vulnerável e endemismo ibérico.

Estas arribas constituem também zona de nidificação para diversas espécies de avifauna, sendo uma das espécies mais comuns a Cegonha-branca (Ciconia ciconia). Em situação única no mundo, é aqui que encontramos os seus ninhos sobre as arribas marítimas ou em rochedos junto à costa - os palheirões.A norte da praia, junto à Fortaleza da Arrifana desfruta-se das mais belas panorâmicas da Costa Vicentina.

 



Mais a norte, na Ponta da Atalaia, famosa pelos seus percebes, existem vestígios do maior Ribat muçulmano da Península Ibérica, um convento-fortaleza de grande valor arqueológico. É considerada excelente para a prática de desportos náuticos, como o mergulho, o surf ou o bodyboard, sendo muito procurada para a prática destas duas últimas modalidades. A época do surf começa assim que termina a época estival, tornando-se num paraíso para os surfistas.

 




Na povoação da Arrifana, que se desenvolve ao longo da encosta, existem apoios como restaurantes e cafés, onde é possível degustar a gastronomia local, onde o peixe sempre fresco está presente, assim como os mariscos desta costa, como os tão apreciados percebes.

Galardões: Bandeira Azul

Como Chegar: Tal como para a Praia do Monte Clérigo, siga a sinalização que encontra à direita a escassos metros após a saída sul da vila de Aljezur. No final da subida, volte à esquerda para a Praia da Arrifana.Coordenadas GPS: 37°17'39.45"N 8°51'58.53"W.



Acesso: Fácil (um acesso faz-se pela rampa e o outro através de escadas em madeira).

Infraestruturas e Serviços de Apoio: Instalações sanitárias; parque de estacionamento antes da descida para a praia; bar/restaurante; telefone; recolha de resíduos; recolha selectiva.

Praia Vigiada: Sim (durante a época balnear).

Rota Vicentina: Caminho Histórico Aljezur > Arrifana e Arrifana > Carrapateira.




Fonte https://cm-aljezur.pt

 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Arroz de frango no forno

 


Ingredientes:

 
½ frango do campo
2 cebolas
3 cenouras
3 cravinhos
1 folha de louro
2 dentes de alho
1 chouriça de carne
sal q.b.
pimenta de moinho q.b.
azeite virgem extra q.b.
1 chávena de arroz
½ chávena de ervilhas congeladas


Preparação:

 
Limpe o frango e corte-o em pedaços.
Numa panela com agua coloque o frango, 1 cebola cortada a meio, as cenouras cortadas em rodelas grossas, os cravinhos, a folha de louro, os dentes de alho cortados em metades e a chouriça. Tempere com um pouco de sal e pimenta a gosto e leve ao lume a ferver até o frango ficar cozido e tenro.
Deixe arrefecer. Retire o frango para um prato e desfie.
Reserve a agua da cozedura bem como a cenoura e a chouriça.
Leve um tacho ao lume com um fio de azeite e a outra cebola picada.
Quando a cebola estiver translucida acrescente o arroz e deixe cozinhar por dois minutos.
Acrescente 2 chávenas da agua de cozedura do frango e deixe ferver.
Baixe o lume para metade e deixe a agua evaporar.
Quando faltar dois minutos para desligar o arroz acrescente as ervilhas congeladas e deixe terminar de cozer.
Num pirex coloque metade do arroz e por cima coloque o frango esfiado.
Termine com o restante arroz.
Decore com as rodelas de cenouras que ficaram intactas cortadas pela metade e a chouriça cortada em rodelas.
Leve ao forno até tostar.

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Bolo de bolacha com chocolate e colis de morangos

 


Ingredientes: 


200g de chocolate para coberturas
200g de nata para montar 35% MG
150g de açúcar em pó
150g de manteiga
2 pacotes de bolachas rectangulares
leite para molhar as bolachas
1kg de morangos
2 colheres de açúcar
1 pau de canela
framboesas q.b.
amoras q.b.
Ferreros Rocher q.b.

Preparação:


Num recipiente juntar a manteiga à temperatura ambiente com o açúcar até obter um creme esponjoso.
Fundir o chocolate em banho-maria e quando estiver à temperatura ambiente juntá-lo ao creme de manteiga aos poucos.
Bater as natas até ficarem bem firmes e incorporar-las pouco a pouco e com movimentos suaves à mistura anterior.
Num recipiente que possa ir à mesa, pomos uma camada de bolachas molhadas no leite seguida de uma camada do creme de chocolate e manteiga, outra camada de bolachas e assim sucessivamente até terminar o creme.
Levar o bolo ao frigorífico aproximadamente 1h para refrigerar.
Lavar os morangos, retirar os pés e secar metade.
Cortar a outra metade em pedaços e levar ao lume com duas colheres de açúcar e um pau de canela.
Deixar ferver por 5 minutos e deixar arrefecer.
Retirar o pau de canela e triturar com a varinha mágica. Reservar.
Na hora de servir cobrir o bolo com o colis de morangos e decorar com os restantes morangos cortados em metades, as framboesas, as amoras e os bombons.

 

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Panquecas de iogurte e maracujá

 



Ingredientes:


1 iogurte natural
1 ovo
3 colheres de sopa de açúcar
7 colheres de sopa de farinha
1 colher de chá de fermento
50ml de leite
polpa de 6 maracujás
1 colher de sopa de óleo vegetal maple syrup
1 manga
mirtilos
framboesas
algumas folhas de hortelã
polpa de 4 maracujás



Preparação:


Misture bem o iogurte com o açúcar e junte-lhe o ovo misturando bem.
Junte depois a farinha e o fermento e incorpore o leite pouco a pouco até obter uma mistura grossa e homogénea sem grumos.
Junte o óleo e a polpa dos 4 maracujás e misture bem.
Leve uma frigideira anti aderente ao lume e unte-a ligeiramente.
Coloque colheradas de massa para formar as panquecas do tamanho que desejar.
Quando começarem a formar bolinhas à superfície estão prontas a virar.
Decore a gosto com a manga cortada em fatias, a polpa dos restantes maracujás, as framboesas e os mirtilos,
Sirva regadas com maple syrop e com as folhas de hortelã cortadas em pedacinhos.

 

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