quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Brincos em crochet
Faça você mesma estes bonitos brincos em crochet! São muito fáceis de fazer e ficam lindos! Para si ou para oferecer e surpreender as suas amigas....
Fonte: https://www.pinterest.pt/pin/608408230881359495/
sábado, 3 de fevereiro de 2018
Tasca das Fodinhas - Ponte de Lima
Se algum dia alguém, em Ponte de Lima, o convidar para ir às "fodinhas quentes" com "putinhas" a acompanhar, não se ofenda, nem se espante. Pelo contrário, aceite e divirta-se. A proposta consiste em visitar a tasca "Os Telhadinhos", situada no centro da vila, e comer pataniscas de bacalhau com uma malga de tinto a acompanhar. O divertimento é garantido, ou não fosse o cardápio inventado pela proprietária, Dona Márcia, um verdadeiro chorrilho de petiscos, cada um mais picante que o outro. Entre quase duas dezenas, poucos são os que, além dos "Biquinhos de amor" (caprichos de marisco), escapam à brejeirice.
"A especialidade da casa são 'fodinhas quentes'. Tenho cá excursões de espanhóis que vêm de longe só por causa delas", diz Márcia Correia, 42 anos, contando como nasceu o seu cardápio picante. "No princípio pensei Se vou pôr na ementa que há panados, rissóis ou bolinhos de bacalhau, não chamo a atenção a ninguém. Então inventei", conta, explicando que, na sua tasca, "um bolinho de bacalhau é um mentiroso". Porquê? "Porque se tem mais batata que bacalhau, então é mentiroso". A orelha de porco é "Vanico de ronca". Porquê? "Porque o porco ronca e a orelha abana", ri.
As codornizes são "Escarrapachadas quentes" porque são cozinhadas abertas; os caracóis "Corninhos de marcha lenta", vá-se lá saber porquê; e o prego no pão é "Corno na racha", porque "os pregos às vezes são duros como cornos e vão servidos no meio do pão".
Há ainda os "Tique-taques-no-redondo", que são corações de galinha no prato; o "Perigoso na racha", que é "fígado perigoso porque, se bebemos de mais, estragamo-lo; e os "Chupões de molho verde", são polvo "que está no mar a chupar nas pedras".
As tigelas de vinho são "Putinhas" (a mais pequena), "Meia queca" e "Queca cheia". Quanto à especialidade da casa, Dona Márcia conta "Já vem do tempo em que tinha um café em Ponte da Barca. Um dia a empregada esqueceu-se de pôr bacalhau nas pataniscas e um cliente reclamou. Eu expliquei-lhe e ele respondeu-me 'Isto é que foi uma grande foda!'".
Fonte do texto: Jornal de Noticias
Fotos: http://tascadasfodinhas.com
" Ponta da Ferraria " ( Piscina Natural )
Junto ao mar, no extremo sudoeste da ilha de São Miguel, Açores, situa-se o lugar da Ferraria.
Integrado no Monumento Natural Regional do Pico das Camarinhas e Ponta da Ferraria, esta zona de protecção da natureza é composta por diversas estruturas de origem vulcânica de grande valor paisagístico e científico.
Este acontecimento geológico é anterior ao povoamento da ilha de São Miguel e teve origem numa erupção estromboliana que construiu um cone de escórias e originou uma escoada de lava. A lava desceu pela arriba em direcção ao mar e construiu uma fajã lávica.
A entrada desta corrente lávica no mar, gerou uma explosão freática, que por sua vez criou uma estrutura vulcânica em forma de cone, encimada por uma cratera.
Não sendo uma cratera comum, por não estar associada a uma chaminé vulcânica de cuja profundidade viria o magma, esta cratera é científicamente designada de pseudocratera e é considerada, pela sua singularidade e beleza, um Geomonumento a preservar.
Mas para além da sua beleza e interesse científico, o lugar da Ferraria tem outra grande riqueza: as suas duas nascentes de águas termais de origem vulcânica que aquecem as piscinas naturais da Ferraria e abastecem o seu complexo Termal. As qualidades terapêuticas das águas termais da Ferraria levaram a que esta se tornasse um local quase de culto.
Avós portugueses criam bosque no Marão e dão às árvores o nome dos netos
Avós portugueses residentes em vários países vão criar um bosque, na serra do Marão, em Amarante, com centenas de árvores que adotarão os nomes dos netos.
Já estão inscritos dezenas de avós residentes na Austrália, Suíça, França, Espanha e Moçambique, entre outros países, que representam cerca de 180 netos, mas este número, deverá aumentar nas próximas semanas.
Por cada neto, o avô aderente à ideia plantará uma árvore. Existem avós inscritos com 10 netos, por isso, terão de plantar uma dezena de exemplares na serra do Marão.
Uma iniciativa louvável!
Fonte do texto: sapo
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