terça-feira, 2 de março de 2021

Bolo de vinagre

 


Ingredientes


6 ovos (claras em castelo)
375g de açúcar
175g de farinha
1 colher de sopa de vinagre

Calda


1 chávena de chá de leite
3 colheres de sopa de açúcar
3 colheres de sopa de manteiga
Raspa de um limão

 

Batem-se as gemas com o açúcar, junta-se o vinagre, a farinha e por fim as claras em castelo.

Leva-se ao forno pré aquecido a 180º em forma untada e enfarinhada, durante 35 minutos.


Entretanto levam-se os ingredientes da calda ao lume e deixam-se ferver.
Retira-se do lume e deixa-se arrefecer.


Depois de cozido, pica-se o bolo com um palito e verte-se a calda por cima.

 

Bolo de cenoura, requeijão e laranja

 



4 ovos
1/2 chávena de óleo
2 chávenas de açúcar (usei amarelo)
1/2 chávena de sumo de laranja
1 requeijão (cerca de 200 g)
1 chávena e 1/4 de cenoura cortada aos bocadinhos
Raspa da laranja

2 chávenas de farinha (mal cheias)
1 colher de sobremesa rasa de fermento


Juntar todos os ingredientes (menos a farinha e o fermento)  no liquidificador até ficar homogéneo. Colocar num recipiente e juntar a farinha. Mexer com vara de arames e por fim adicionar 1 colher de sobremesa rasa de fermento mexendo levemente para incorporar. 

Vai ao forno moderado durante cerca de 50 minutos em forma untada e enfarinhada. A temperatura do forno varia consoante o tipo de forno sendo necessário fazer o teste do palito.

 


Belita Pimentel

Pãezinhos com chouriço (ficam muito fofinhos)




Ingredientes: 


1kg de farinha
1colher de sobremesa de açúcar
1colher de sobremesa de sal
10gr de fermento seco
( mistura-se tudo) 


Junta-se:
100ml de óleo
500ml de água morna
( bate-se durante 10 min)


Deixa-se levedar 1 hora.
Fazem-de bolinhas e estende-se em forma de rectângulos.
Mete-se 3 rodelas finas de chouriço, dobra-se e volta-se a meter 3 rodelas de chouriço.
Pincela-se a ponta da massa e dos lados com leite, une-se e dobra-se para baixo como se fosse  um embrulho. Não é necessário deixar muito espaço entre eles, desta forma ficam mais protegidos do calor e ficam fofinhos.
Faz-se 3 pequenos cortes em cima e deixa-se levedar mais 30 minutos.
Vai ao forno a cerca de 200 graus até ficarem dourados.

 




 

 

 


 
 
Fonte: Cristina Almeida

Frango delicia

 


Ingredientes

2 peitos de frango fatiados
200 gr de cogumelos frescos laminados
1/2 pimento vermelho
1 malagueta
3 dentes de alho
sumo de meio limão
1 colher de café de caril
Sal e pimenta q.b.
1 fio de azeite
1 colher de sopa de margarina
Coentros q.b.
3 colheres de sopa de vinho branco

Preparação

 

Tempere os peitos de frango com os alhos picados, sal, pimenta e sumo de limão.

Reserve.

Numa frigideira coloque um fio generoso de azeite e frite os bifes. Retire e reserve.

Na mesma frigideira, salteie o pimento vermelho cortado em tiras fininhas e a malagueta, junte aos bifes e reserve.

Coloque os cogumelos na frigideira, junte a margarina e polvilhe com o caril. Deixe cozinhar um pouco e tempere de sal.

Junte os bifes e os pimentos aos cogumelos, refresque com o vinho branco e deixe apurar.

Salpique com coentros picados e sirva.


Fonte:

http://viajardemochilaascostas.blogspot.com










Pastéis de Bacalhau no forno

 


250gr de grão de bico cozido
275gr de bacalhau cozido desfiado
1 ovo
1 fio de azeite
1/2 cebola picada
1 dente de alho
1 folha de louro
Sal
Pimenta
Noz moscada
Salsa/coentros a gosto

Pré aquecer o forno a 180°.


Num processador titurar o grão com o ovo, temperos, as ervas e o azeite.
Num frigideira refogar ligeiramente a cebola e o alho com a folha de louro ( se gostar da ardência da cebola e alho crus salte este passo). Retirar o louro acrescentar ao preparado anterior.
Acrescentar o bacalhau e pulsar até estar tudo bem envolvido.
Com a ajuda de duas colheres de sopa moldar os pasteis e colocar sobre um tabuleiro com papel vegetal.
Levar ao forno entre 15 a 30 minutos.
Servir com uma salada.

Rende sensivelmente 16 unidades.



As 7 saias das mulheres da Nazaré... sabe porque se usavam e o que representam?

 


As sete saias fazem parte da tradição, do mito e das lendas desta terra tão intimamente ligada ao mar.

O povo diz que representam as sete virtudes; os sete dias da semana; as sete cores do arco-íris; as sete ondas do mar, entre outras atribuições bíblicas, míticas e mágicas que envolvem o número sete.




De facto, a origem não é de simples explicação e a opinião dos estudiosos e conhecedores da matéria sobre o uso de sete saias não é coincidente nem conclusiva. No entanto, num ponto, todos parecem estar de acordo: as várias saias (sete ou não) da mulher da Nazaré estão sempre relacionadas com a vida do mar.

As nazarenas tinham o hábito de esperar os maridos e filhos, da volta da pesca, na praia, sentadas no areal, passando aí muitas horas de vigília.

 



Usavam as várias saias para se cobrirem, as de cima para protegerem a cabeça e ombros do frio e da maresia e as restantes a taparem as pernas, estando desse modo sempre “compostas”.


A introdução do uso das sete saias foi feito, segundo uns, pelo Rancho Folclórico Tá-mar nos anos 30/40, segundo outros pelo comércio local no anos 50/60 e ainda de acordo com outras opiniões as mulheres usariam sete saias para as ajudar a contar as ondas do mar (isto porque “ o barco só encalhava quando viesse raso, ora as mulheres sabiam que de sete em sete ondas alterosas o mar acalmava; para não se enganarem nas contas elas desfiavam as saias e quando chegavam à última, vinha o raso e o barco encalhava”).




O uso de várias saias, pelas mulheres da Nazaré, também está ligado a razões estéticas e de beleza e harmonia das linhas femininas – cintura fina e ancas arredondadas, (esta poderá ser também uma reminiscência do traje feminino de setecentos que as damas da corte usavam - anquinhas e mangas de renda - e que pavoneavam aquando das visitas ao Santuário da Senhora da Nazaré), podendo as mulheres usarem 7, 8, 9 ou mais saias de acordo com a sua própria silhueta.





Certo é que a mulher foi adotando o uso das sete saias nos dias de festa e a tradição começou e continua até ao presente. No entanto, no traje de trabalho são usadas, normalmente, um menor número de saias.

 





Fotos: http://poraquieporacoli.blogspot.com  https://www.postais-antigos.com

domingo, 28 de fevereiro de 2021

Festas do Povo (das Flores) Campo Maior

 



As Festas do Povo, também conhecidas pelas Festas das Flores ou dos Artistas, consistem na decoração das ruas de Campo Maior (distrito de Portalegre) com flores de papel feitas pelos habitantes de cada rua. 



 

A curiosidade destas festas reside no facto de se realizarem quando o povo deseja, ou seja, nuns anos há, noutros (nem por isso!). Mas a tradição diz que se deve começar a preparar a festa em Janeiro, para que algures em Setembro esteja pronta. Elege-se o “cabeça de rua”, que se encarrega de organizar os trabalhos, faz-se o esboço da obra e escolhem-se as decorações e – mão à obra! Noites passadas em reunião com os vizinhos a fazer flores de papel.

“Pela originalidade, pela beleza, pela poesia, pela arte, por tudo isto e por muito mais vale a pena assistir ao espectáculo que são estas Festas, únicas no mundo, mas portuguesas, com certeza.”
ou dos Artistas, consistem na decoração das ruas de Campo Maior (distrito de Portalegre) com flores de papel feitas pelos habitantes de cada rua.

As casas caiam-se e a população junta-se para fazer esta maravilhosa festa, que rouba muitas horas de descanso a alguns e traz centenas de sorrisos depois do trabalho feito, quando todas aquelas ruas ficam floridas!